domingo, 15 de setembro de 2013

Os Modelos de Administração da Mulher


A mulher, para ser estudada em dia de domingo ocioso, pode ser comparada à máquina pública e aos seus controversos tipos de administração utilizados pelo Governo. Muito parecida com uma máquina humanizada pela natureza e abençoada pela genética, o fenômeno feminino é uma extensão dinâmica do aparelho estatal e muito mais bem-humorada – às vezes.

A mulher é patrimonialista quando se trata de homem, bolsa e joias. No primeiro item ela não só exerce o patrimonialismo, não dividindo o bem com qualquer outra pessoa, em quaisquer circunstâncias como alimenta o famigerado ciúme, mesmo que o homem seja um mero amigo.


É burocrática no sentido mais engessado que pode ser um roteiro de circulação de um projeto de lei no Congresso Nacional. Nesse meio burocrático a mulher exerce seu meio eficiente de manter a ordem das coisas através de seus poderes metódicos, ainda que em meio a uma extrema bagunça. O Caos segue uma ordem.
E o terceiro e não menos importante modelo de administração é o gerencialista, onde a fluidez de serviços, práticas interpessoais e métodos mais flexíveis de realizar tarefas é o diferencial.

Juntos, esses três modelos regem a máquina pública brasileira e ajudam a explicar como a mulher administra a vida e tudo o mais que a circunda. Nesse redemoinho de teoria e prática administrativa não é difícil imaginar que as ações e os pensamentos não seguem uma ordem muito óbvia, mas que é claramente acompanhável por quem desejar ter paciência.
Também não é preciso nenhum curso superior para conviver com verdadeiras máquinas, apenas o discernimento das oportunidades.


Em um domingo praieiro que prevê o calor da Primavera, um pré-verão no nordeste, é essa máquina que areja o falso dinamismo da semana. A ociosidade ocupa-se apenas de executar pensamentos diversos, sempre tendenciosos a ela. 

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