domingo, 4 de agosto de 2013

De Homem para Mulher, um Toque!



Mulheres, o elemento mais igual que já se viu por aí, deveriam assumir publicamente esses pensamentos e posturas, um tanto filosóficas, que assumem nos relacionamentos ditos amorosos.

E quais são esses pensamentos que se tornam posturas?
Isso, ao que parece, varia de mulher para mulher à medida que o lado masculino da relação exige certa compreensão deturpada de valores. Ou seja, a mulher passou a admitir certos hábitos, antes inadmissíveis, apenas para manter a relação, como a infidelidade, os desrespeitos - em suas mais diversas manifestações-, o jugo e a inferiorização.

Cada uma apresenta, obviamente, suas características em cada relação; e cada uma destas já começa com um pé no fracasso, outro no insucesso. Por quê?
Por alguma razão ainda não explicada, as mulheres, algumas e a maior parte, têm um amor próprio tão baixo e medíocre que são capazes de realizar os mais gritantes erros nos relacionamentos e alcançar o cúmulo de aceitar, por exemplo, a infidelidade. 

Senhoras, moças, adolescentes, todas vocês, de um modo ou outro, fazem de um tudo para manter uma relação na qual sua imagem, seu amor próprio e sua dignidade são menosprezados, pisoteados e ricocheteados na parede do desprezo apenas por que acreditam, no íntimo de seus corações, que aquele cara é o certo, ou que o pode mudar, ou que ele mudou por milagre, ou por medo de ficarem sós ou diversos outros motivos banais.
Não acreditem nisso!

E jamais permitam, ainda que por um milésimo de segundo, que seus princípios, suas expectativas, seus ideais e sua dignidade sejam rebaixados a um nível tão pequeno, tão constrangedor que as faria corar diante de uma verdade tão clara. Não façam, pensem ou permitam que suas relações possam envergonhá-las no futuro ou no presente.

Àquelas que acreditam que seus amantes (namorado, noivo, esposo ou o que quer seja) merecem sua subserviência e humilhação, ainda que apenas moral e pessoal, apenas uma solução pode ser tomada, quando perceberem em que tempestade vivem: a autoconfiança e o amor próprio.

Aceitem seus defeitos e melhore-os, mas não aceitem serem seus defeitos o motivo de um relacionamento fracassado e nem que os defeitos de seu parceiro seja seu cárcere. Os defeitos, quando trabalhados, são uma fonte inesgotável de autoconhecimento, não uma prisão moral, cuja decadência pode levar ao suicídio moral e social.
Mulheres, seus pensamentos, quando postos em prática, decidem se seu parceiro irá ou não respeitá-las. Eles sabem até onde podem forçá-las, mas não o quanto podem ser resistentes e decididas. Então sejam. E seu parceiro e você mesmo irão amá-la ainda mais por não ser mais uma na multidão.

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