quinta-feira, 3 de maio de 2012

O Inferno São os Outros!!!

OI lindos!!! 
Esta eu folheando a nova revista da Melissa e mim deparei com esse texto de Gizela Rao, achei ele muito interessante e resolve postar para vocês, certo que é um pouquinho grande, mais vão vê que vale muito apena lê.



"Os Titãs gravaram uma música com essa frase aí do título faz pouco tempo. Mas ela é famosa desde o meio do século passado, quando seu autor, o filósofo existencialista (ele pensava, logo existia!) Jean Paul Sartre mandou bem mandado na peça “Entre Quatro Paredes”. A fala textual é: “Não há necessidade de grelhas, o inferno são os outros”. Pois é, “os outros”, nesse caso _ e segundo me explicou a professora de filosofia Luciene Félix_ são todos aqueles que, sem querer ou de propósito, revelam de nós a nós mesmos.



E, não, não é fácil. E se a gente trouxesse essa frase para os dias de hoje? Daria para traduzir
facilmente para o povo que insiste em nos chochar e fazer a gente se sentir mal. Do nada. Assim sem motivo. Sabe do que estamos falando? Basta relembrar sua semana. Fez isso? Então, diz pra gente quantas vezes apareceram pessoas te julgando, te tolhendo, jogando você pra baixo? É dessas “diabinhas” de que estamos falando.


 Alguns exemplos: você demora um tempão escolhendo uma roupa pra sair, se produz toda, e vem uma “amiga” e te diz assim, na lata: “Afe! Você tá horrível!”. Outro: você finalmente conquista aquele carinha legal, gato, inteligente. Leva o fofo pra conhecer sua família e todo mundo torce
o nariz, sabe-se lá por que (às vezes, até por ciúmes ou inveja, sabia?). Ou quando você batalha, batalha para eliminar uns “excessinhos de bagagem” no seu corpo e a “Maria-Tridente” vira e fala:
“Precisa ver se vai durar,né?”. Grrrrrrrr.


Agora, imagine várias dessas por dia, por semana, por meses, anos!!! Assim ninguém aguenta! A gente vai desmoronando e a nossa auto-estima vai pelo ralo, juntamente com o creme dental que promete dentes mais branquinhos. Puxa, mas por que isso acontece? Simplesmente porque as pessoas têm mesmo um lado perversinho. E também porque todo mundo (no final das contas) quer ser aceito no grupo, na sociedade, então acaba dando valor demais para o que os outros falam com medo de ficar fora, do não-pertencer a essa ou àquela turma.



O que fazer, então? Temos uma boa notícia! Sua auto-estima que, às vezes, está com consistência de palha; às vezes, de madeira, ou com a de um tijolinho? Pois é: agora ela pode ser um tijolaço, de uma vez. Comooooo? Faz assim:  pegue sua bolsa e imagine que você está colocando todas as suas qualidades dentro dela. Pegue umas dez que te pertencem! Tipo: beleza, simpatia, fidelidade, criatividade, esperteza, bom gosto, amorosidade, compaixão, solidariedade, calma, bom humor, sinceridade, concentração, honestidade, leveza etc. Etc. Etc. Agora, chacoalhe sua bolsa e feche. Pronto! Essa sua coleção de qualidades é o que você pode chamar realmente de auto-estima.


Por exemplo, quando alguém falar que você está horrível _com um certo visual_ por acaso isso vai
fazer com que você deixe de continuar se achando sincera, divertida, boa amiga etc? Não, não vai!! Porque ninguém tem o poder (ou o direito) de mexer ou zoar com sua coleção pessoal de qualidades.


Então agora, com esse preciosíssimo segredo em mãos e sabendo que sua auto-estima pode ser firme como um tijolo, você pode se sentir autoconfiante o suficiente para ser “tu” mesma, para se expressar, ir atrás dos seus sonhos, encarar encarar quem você está a fim, olhar de frente para os seus medos, para não dar ouvidos para o povo-do-tridente, de ter orgulho de ser quem você é e de quem quer ser um dia. E que tal se esse um-dia seja agora? Paraíso jááááá! Uhuuuuuuuuuuu!"


Espero que tenham gostado!!!
Xero!!!







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